sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Um Santo Natal

Os educadores do 5.º A desejam a todos os alunos desta turma e respectivas famílias votos de um Santo Natal e que o ano de 2011 permita cumprir todos os vossos desejos.
Façam-nos o favor de ser felizes.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

HGF - mais um desafio

Numa aula da última semana, falámos numa espécie de condimento muito utilizado na Antiguidade, especialmente na Roma Antiga.
Esse condimento era feito de sangue, vísceras e de outras partes seleccionadas do atum ou da cavala misturadas com peixes pequenos, crustáceos e moluscos esmagados.
Tudo isto era deixado em salmoura e ao sol durante cerca de dois meses ou então aquecido artificialmente, para se ober esse apreciado acepipe.
Alguém se lembra do seu nome?
Já agora, como se chama o local perto de Setúbal onde se confeccionava tão saboroso petisco?

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

A arte dos mosaicos

Mosaico ou arte musiva, é um embutido de pequenas peças de pedra ou de outros materiais (vidro, mármore, cerâmica ou conchas), formando determinado desenho. O objectivo do mosaico era preencher espaços como pisos e paredes.
A palavra "mosaico" tem origem na palavra grega mouseîn, a mesma que deu origem à palavra música e que significa próprio das musas. É uma forma de arte decorativa muito antiga, que nos remete para a época greco-romana, quando teve seu apogeu.
A técnica da arte musiva (do mosaico) consiste na colocação de pequenos fragmentos de pedras, como mármore e granito moldados com tagliolo e martellina, pedras semi-preciosas, pastilhas de vidro, seixos e outros materiais, sobre qualquer superfície.
Depois desta introdução à arte dos mosaicos, aqui fica o desafio: que nome se dá aos cubos de pedra, vidro ou de outro material que os romanos utilizavam para fazer os mosaicos?

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Cidades

Os romanos, cujo estudo iniciámos esta semana, tinham uma civilização urbana. Por todo o Império apareceram cidades que procuravam imitar a capital, Roma.
Aqui fica o desafio:
Apresento-te várias cidades portuguesas.
O objectivo é descobrires como se chamavam no tempo dos romanos e qual o nome que damos, hoje, aos seus habitantes.
Coimbra

Beja

Braga

Santarém
LisboaFaro

Chaves
Há prémio para o primeiro a acertar em todas as respostas.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Quantos carneiros?

Um pastor diz para outro:
— Dá-me um de teus carneiros e assim ficamos com igual número de carneiros.
O outro responde:
— Nada disso! Dá-me tu um de teus carneiros e ficarei com o dobro dos teus.

Quantos carneiros têm cada um?

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Os Marretas

Para quem se lembra dos Marretas aqui fica uma receita do Cozinheiro Sueco. Para quem não conhece, há sempre uma primeira vez.

Divirtam-se

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Dia da semana

Se o amanhã de ontem era quinta-feira, que dia é o dia depois de amanhã de ontem ?

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Os recursos naturais e a fixação humana

As primeiras comunidades recolectoras

As primeiras comunidades recolectoras

Há muitos milhares de anos

Europa :

Clima muito frio;

Muitas zonas cobertas de gelo;

Dominam as plantas rasteiras;

Fauna típica de climas frios:

Mamutes;

Bisontes;

Ursos;

Renas.

Homens e mulheres viviam em comunidades (clãs) compostas por 30 ou 40 pessoas;

Grandes dificuldades em sobreviver:

Frio

Animais ferozes;

Arranjar comida.

Dedicavam-se à caça, à pesca e à recolha de vegetais, por isso se diz que eram recolectores.

Os homens eram nómadas, isto é, não tinham residência fixa pois deslocavam-se à procura de alimentos;

Viviam em grutas, cabanas e abrigos;

Vestiam-se com peles e usavam instrumentos de pedra, osso ou madeira.

Com a descoberta do fogo (Homo Erectus) melhoraram a sua vida:

Assaram os alimentos;

Aqueceram-se nas noites frias;

Exploraram o interior das grutas;

Espantaram os animais ferozes;

Endureceram os instrumentos de madeira;

Criaram laços mais fortes entre si.

As primeiras comunidades recolectoras Também se manifestavam artisticamente:

Arte Rupestre - é aquela que é feita sobre a pedra (gravada ou pintada)

Pintavam animais e cenas de caça;

Muitos vestígios junto aos rios e no litoral (por exemplo as gravuras de Foz Côa).

As comunidades agro-pastoris

Há cerca de dez mil anos:

Alterações no clima:

Subiu a temperatura;

Fundiram-se os gelos;

O clima tornou-se mais quente e seco.

Extinguiram-se muitos animais como o mamute, o tigre dentes de sabre, etc;

Surgiram novas espécies: veado, javalis, raposas, etc;

O homem passou a viver melhor.

Península Ibérica (há cerca de 5 mil anos)

Havia comunidades agro-pastoris:

O homem praticava a agricultura, a pastorícia e a domesticação de animais;

O homem passou a ser sedentário, isto é, a viver permanentemente no mesmo local (próximo das terras que cultivava);

Surgem assim as primeiras aldeias junto aos campos cultivados;

A alimentação melhorou: cereais, carne dos rebanhos que apascentava, leite, pão, etc.

O homem passou de recolector a produtor.

Além da invenção da agricultura e da domesticação de animais, o homem inventou:

A cerâmica e a roda de oleiro

Permitiu-lhe fazer objectos de barro para guardar alimentos, por exemplo.

A mó manual

Permitiu-lhe moer os cereais.

A cestaria

Permitiu-lhe fazer cestos para transportar o que quisesse.

A tecelagem

Permitiu-lhe tecer panos de lã e linho.

Uma série de novos instrumentos como a enxada, o foice, o pau de escavar, o arado de madeira, etc;

A roda.

As comunidades agro-pastoris construíram monumentos com grandes blocos de pedra – mega (grande) + lithos (pedra) a que chamamos Arte Megalítica.

Menires – grande bloco de pedra rudemente trabalhada, colocado na vertical.

Alinhamentos – menires dispostos em fila ou em várias filas.

Cromeleques - menires dispostos em círculo ou em vários círculos.

Antas ou dólmenes – monumentos funerários onde enterravam os seus mortos juntamente com os seus objectos pessoais.

Os homens dos Castros

Durante o 1.º milénio antes de Cristo:

Vida dos homens da Península Ibérica vai-se modificando

Influência de outros povos.

Os Iberos:

Eram morenos e de estatura média;

Habitavam o Sul e o Este da Península Ibérica;

Criavam gado;

Praticavam a agricultura;

Usavam o arado;

Exploravam minérios;

Faziam objectos de cobre e bronze.

Os Celtas:

Povos guerreiros vindos do centro da Europa;

Eram altos, louros e de olhos claros;

Fixaram-se no Norte e Centro da P. Ibérica.

Trouxeram as técnicas da metalurgia do ouro e do ferro.

O ferro permitiu fabricar melhores armas e melhores instrumentos agrícolas (mais resistentes)

Os Celtiberos:

Com o passar dos tempos os celtas e os iberos misturaram-se dando origem aos CELTIBEROS;

As tribos de celtiberos guerreavam-se constantemente o que os levou a construir os seus aldeamentos (castros) no cimo dos montes.

Os Castros:

Nome dado aos aldeamentos situados no cimo dos montes, rodeados de muralhas. Também podem chamar-se Citânias;

A sua localização e as muralhas que os rodeavam procuravam defender o local dos ataques.

Os Lusitanos:

Habitavam a região entre o Douro e o Tejo (Lusitânia);

Eram hábeis na luta de guerrilha.

Contactos com os povos do Mediterrâneo

Os Iberos viviam melhor que os povos que habitavam o centro e o norte da Península Ibérica;

Cultivavam o trigo, a vinha e a oliveira, produzindo excedentes, isto é, mais do que necessitavam;

Isto permitia-lhe vender os produtos excedentes.

O comércio e o sítio onde viviam (Sul e Este da Península) permitiram-lhes contactar com povos mais desenvolvidos vindos do Mediterrâneo:

Fenícios;

Gregos;

Cartagineses.

Os Fenícios:

Primeiro povo a chegar;

Oriundo da Fenícia (Mediterrâneo Oriental);

Povo de comerciantes;

Comerciavam, entre outras coisas, objectos de vidro e tecidos de cor púrpura;

Essa cor (púrpura) fazia sucesso naquela época porque só existiam roupas com cores entre o preto, o branco e o cinza. Sair de púrpura era sinal de poder e nobreza;

Trouxeram o alfabeto (22 letras), a maior herança que nos deixaram.

Os Gregos:

Eram oriundos da Grécia (Península Balcânica);

Como os fenícios, também fundaram feitorias (locais de comércio) na costa peninsular;

Por aqui deixaram muitos vestígios: moedas, armas, objectos de cerâmica;

Trouxeram a moeda (dracma).

Os Cartagineses:

Vieram da cidade de Cartago (Norte de África);

Cartago foi uma cidade fundada pelos fenícios;

Estabeleceram-se na Península a partir do século VI a.C.

Deixaram-nos a técnica da conservação dos alimentos pelo sal.

Para treinar:

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

O bar Lua Cheia

Ontem à noite choveu muito e o bar Lua Cheia recebeu poucos clientes.
O dono do bar, no dia seguinte, perguntou ao seu empregado Afonso se tinha havido muito movimento e quantos clientes tinham tido.
O Afonso respondeu assim ao patrão:
"Ontem à noite estiveram aqui dois pais e dois filhos."
Portanto só lá estiveram três pessoas.

Afinal, quem foi ao bar Lua Cheia?

sábado, 13 de novembro de 2010

O urso

Aqui fica um novo desafio. Agora é só pôr a "caixa dos pirolitos" a funcionar.

Uma pessoa montou uma tenda para dormir.
Subitamente, apareceu um urso que lhe desfez a dita tenda.
A pessoa, pacientemente, reparou a tenda e montou-a novamente.
Entretanto, o urso andou um quilómetro para sul, dois quilometros para Oeste e outro para Norte e, voltando a passar pelo acampamento, desfez novamente a tenda.
Pergunta: de que cor era o urso?

domingo, 7 de novembro de 2010

Os três músicos

Há três músicos, o João, o António e o Francisco, que tocam harpa, violino e piano.
Contudo, não se sabe quem toca o quê!
Sabe-se que o António não é o pianista.
Sabemos também que o pianista ensaia sozinho à Terça.
O João ensaia com o Violinista às Quintas.
Quem toca o quê ?
Já agora, quem é o autor do quadro apresentado?

domingo, 31 de outubro de 2010

A bandeira

Quantos triângulos consegues contar no desenho da bandeira?


Quem acertar primeiro tem direito a prémio!

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Desafio familiar

Agora quye o teste de História e Geografia de Portugal já passou, aqui fica um desafio para descontrair.
É tudo uma questão de lógica.
Se a única irmã do único irmão da tua mãe tem um filho único, que parentesco tem essa criança contigo ?

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Apontamentos para a 1.ª Ficha de HGP

Tema 1
(A Península Ibérica na Europa e no Mundo)

HISTÓRIA- Ciência que estuda a vida do Homem através dos tempos e as soluções que encontrou para resolver os seus problemas.
GEOGRAFIA- Ciência que procura descrever a Terra e explicar determinados fenómenos que ocorrem nos espaços habitados pelo Homem.
Através da História e Geografia de Portugal terás oportunidade de saber:

Como e de onde nasceu Portugal;
Como viviam, em diferentes épocas, os portugueses;
Que novos recursos foram postos à sua disposição;
Que acontecimentos marcaram profundamente a vida dos portugueses.
ELEMENTOS QUE NOS AJUDAM A LER UM MAPA
ORIENTAÇÃO - Indica-nos as direcções de acordo com os pontos cardeais da ROSA DOS VENTOS. TÍTULO - Serve para identificarmos o mapa. Refere-se ao assunto que é tratado. LEGENDA - Permite-nos interpretar as informações que estão no mapa. ESCALA - Permite-nos saber o número de vezes que o mapa é mais pequeno do que a realidade. Pode ser numérica ou gráfica.
FORMAS DE REPRESENTAR A TERRA
GLOBO TERRESTRE - Representação do planeta Terra na sua forma real, que é aproximadamente esférica.
PLANISFÉRIO - Mapa, geralmente de forma rectangular, que representa de forma plana toda a superfície Terrestre.
MAPA - Representação, numa superfície plana e em tamanho menor (escala) do que o real, de uma região, de um país, de um continente ou do Mundo.

LINHAS IMAGINÁRIAS QUE NOS PERMITEM LOCALIZAR UM LUGAR
EQUADOR – Linha imaginária perpendicular ao eixo da Terra que divide o planeta em duas partes iguais (hemisfério norte e hemisfério sul)
PARALELO - Linha imaginária perpendicular ao eixo da Terra. O maior dos paralelos é a linha do Equador.
MERIDIANO - Círculo máximo que passa pelos pólos, dividindo a Terra em dois hemisférios.
OS OCEANOS E OS CONTINENTES
OCEANO – Vasta extensão de água salgada que banha os continentes.
Oceanos: Atlântico - Pacífico - Índico - Glacial Árctico - Glacial Antárctico
CONTINENTE – Cada uma das grandes extensões de superfície da Terra que apresenta características próprias.
Continentes: África – Europa – América – Oceânia - Ásia - Antárctica

A PENÍNSULA IBÉRICA
PENÍNSULA - Porção de terra cercada de água por todos os lados menos por um a que damos o nome de istmo.
LOCALIZAÇÃO DA PENÍNSULA IBÉRICA: extremo sudoeste da Europa.
LIMITES NATURAIS
NORTE- Oceano Atlântico
SUL – Oceano Atlântico e Mar Mediterrâneo
ESTE - Mar Mediterrâneo
OESTE - Oceano Atlântico
NORDESTE – Pirenéus
TRAÇOS MORFOLÓGICOS
PLANALTO – Terreno plano ou ondulado situado a uma altitude considerável.
PLANÍCIE - Superfície plana situada a baixa altitude.
VALE – Depressão de terreno, mais ou menos extensa e profunda, situada entre duas elevações onde, geralmente, corre um rio.
CORDILHEIRA- Conjunto de montanhas.
PRINCIPAIS CORDILHEIRAS DA PENÍNSULA IBÉRICA
Cordilheira Central
Cordilheira Cantábrica
Cordilheira dos Pirenéus
Cordilheira Ibérica
Cordilheira Bética
Existem mais montanhas e planaltos no interior da Península Ibérica e mais planícies no litoral (junto ao mar).
PRINCIPAIS RIOS
REDE HIDEROGRÁFICA – Conjunto formado por um rio e pelos seus afluentes.
Principais rios que desaguam no Oceano Atlântico (vertente atlântica):
RioMinho

Rio Douro
Rio Tejo (o maior)
Rio Sado
Rio Guadiana
Rio Guadalquivir
Rio que desagua no mar Mediterrâneo (vertente mediterrânica):
Rio Ebro
Principal rio que nasce e desagua em Portugal (Oceano Atlântico): Rio Mondego
ELEMENTOS QUE CARACTERIZAM O CLIMA
TEMPERATURA - Grau de calor ou frio de um determinado lugar.
PRECIPITAÇÃO – Quantidade de água, neve ou granizo que cai no solo num determinado período.
VENTO – Deslocação de ar provocada pelas diferenças de pressão ou de temperatura de várias camadas atmosféricas.
ELEMENTOS QUE INFLUENCIAM O CLIMA
Altitude
Proximidade do mar
Direcção do vento
ZONAS CLIMÁTICAS DA PENÍNSULA IBÉRICA
ZONA DE CLIMA ATLÂNTICO - Temperaturas amenas (Verões e Invernos suaves) e muita precipitação.
ZONA DE CLIMA MEDITERRÂNICO – Verões longos, quentes e secos; Invernos curtos e suaves; baixa precipitação.
ZONA DE CLIMA CONTINENTAL – Invernos frios e Verões muito quentes. Pouca precipitação que no Inverno pode assumir a forma de neve.
VEGETAÇÃO NATURAL
Vegetação natural é aquela que nasce espontaneamente sem intervenção do homem.
NORTE:
Mais vegetação;
Árvores de folha caduca (a folha cai no Outono e nasce na Primavera). Exemplos: Carvalho e Castanheiro.
SUL
Menos florestas e mais arbustos;
Árvores de folha persistente (a folha nunca cai). Exemplos: Azinheira e Sobreiro.

Para veres como estão os teus conhecimentos podes ir às seguintes páginas:

http://www.eb23-cmdt-conceicao-silva.rcts.pt/sev/hgp/1.mundo_quiz.htm
http://www.eb23-cmdt-conceicao-silva.rcts.pt/sev/hgp/2.pi_quiz.htm

Datas das fichas de avaliação 2011-12

Língua Portuguesa: 14 de Outubro e 10 de Novembro;

Inglês: 24 de Outubro e 6 de Dezembro;

História e Geografia de Portugal: 18 de Outubro, 8 de Novembro e 14 de Dezembro (4.ª feira, 8:30h);

Matemática: 17 e 31de Outubro e 11 e 25 de Novembro;

Ciências da Natureza: 26 de Outubro, 14 de Novembro e 5 de Dezembro;

Educação Física:
Religião: 13 de Dezembro


2.º período


História e Geografia de Portugal:

Já só falta começar a estudar!


3.º Período


HGP -

domingo, 17 de outubro de 2010

Os comboios

Aqui fica umdesafio para resolver.

Às 8 da manhã, um comboio a andar à velocidade de 70 Km/h, parte do Porto em direcção a Coimbra. Às 9 da manhã do mesmo dia, um comboio, à velocidade de 130Km/h, parte de Coimbra em direcção ao Porto.

Quando eles se encontrarem, qual é o comboio que está mais perto do Porto?

Curiosidade: A primeira linha de comboio foi inaugurada, em Portugal, a 28 de Outubro de 1856, era rei D. Pedro IV. O comoboio partiu de Lisboa e terminou a sua marcha no Carregado, depois de ter percorrido 37 Km e ter deixado várias carruagens pelo caminho, uma vez que a locomotiva não tinha força suficiente, para tanta carruagem.

Passem bem.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

A casa das Palmeiras

O jardineiro da Quinta, era francês e, para vir viver para Portugal, exigiu a construção de uma casa em estilo francês, tendo vindo os materiais para a construção da Casa das Palmeiras expressamente de França.
Sempre que ia à sua terra natal, aproveitava para trazer plantas e árvores raras, as quais embelezavam toda Quinta. Muitas delas ainda hoje existem, como um enorme cedro do Líbano, uma canforeira, etc.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

A Quinta dos Condes da Esperança

Avenida das Palmeiras (início do século XX)

Torreão Neo-gótico

Vista do Lago (início do século XX)Vista do Lago e da Ilha (lado esquerdo)

Casa Senhorial

A Quinta onde hoje se insere o Colégio da Imaculada Conceição, foi fundada no século XIX, pelo Visconde de Condeixa, de nome João Maria Colaço de Magalhães Velasques Sarmento que, como demonstração da riqueza adquirida no comércio do Brasil, foi comprando terrenos na região de Cernache até adquirir a Quinta, que, depois, rodeou de muros.
Como um dos últimos proprietários tinha também o título de Conde da Esperança (Conde José Manuel Braacamp de Barahona Fragoso, 3.º Conde da Esperança) a propriedade acabaria por ficar conhecida como Quinta dos Condes da Esperança.

No início do século XX, a Quinta começou a entrar em decadência, tendo sido adquirida, no ano de 1944, pela Companhia de Jesus, para aí construir um Colégio.
Na sua origem, está um ideal Romântico com tudo o que isso implicava: torreão neo-gótico (século XIX), lago, queda de água, ilha, gruta, árvores exóticas, casa senhorial, etc.
É pois neste espaço único que estudam mais de 800 alunos.
Pergunta: A Casa das Palmeiras (na fotografia) foi, originalmente, a casa do jardineiro da Quinta. De que país era natural o jardineiro que "obrigou" o proprietário da Quinta a construir tal casa?

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Olá a todos

Olá a todos!
Este pretende ser um espaço privilegiado de partilha de ideias, de sugestões, de alegrias e de preocupações relativamente aos nossos "pequenos terríveis" - a turma A 1012.
O principal objectivo é que, à distância de um clique, pais e professores possam trocar informações valiosas contribuindo, assim, para um processo ensino-aprendizagem bastante mais claro, mais diversificado e, acima de tudo, muito rico em experiências que os ajudem a crescer felizes e realizados.
Assim, usemos e abusemos desta possibilidade, troquemos experiências, imagens, intrumentos de trabalho e tudo mais o que se provar ser um elemento facilitador para uma escola na qual os nossos alunos queiram estar. Sem limites!

Bom ano,
A DT, Ana Vicente